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SALVADORES NO MONTE SIÃO


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A CASA DO SENHOR - SANTIDADE AO SENHOR

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A OBRA MISSIONÁRIA E A OBRA VICÁRIA


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“Espero que façamos desaparecer a linha divisória imaginária que frequentemente traçamos entre o Trabalho Missionário e o Trabalho de Genealogia e do
Templo, porque se trata do mesmo grandioso trabalho de Redenção.”(Pres. Spencer W. Kimball – MAI/1977)

Todos ouvirão a voz [o Evangelho de Cristo] (D&C 1:2) na Mortalidade ou no Mundo Espiritual. Todos terão a oportunidade de usar o ARBÍTRIO aceitando
ou rejeitando as verdades de vida e salvação.

O mesmo Cristo ansiosamente proclama esta verdade misericordiosa: “Em verdade, em verdade vos digo que vem a hora, e agora é, em que os mortos ouvirão a
voz do Filho de Deus, e os que a ouvirem viverão.” (João 5:25)

Ainda não chegara a hora, porque “Antes da crucificação do Senhor existia um grande abismo separando os mortos justos daqueles que não tinham recebido o
evangelho, e ninguém pôde passar por esse abismo (Lucas 16:26). Cristo construiu uma ponte sobre tal abismo e possibilitou a ida da mensagem de salvação a
todos os cantos do reino da escuridão. Dessa forma foram invadidos os limites do inferno e os mortos foram preparados para as ordenanças do evangelho que
devem ser efetuadas na Terra, já que pertencem à provação mortal.” (Pres. Joseph Fielding Smith - O Caminho da Perfeição, pg. 109)

Após Sua morte, Cristo pregou o evangelho aos justos do paraíso e organizou entre eles mensageiros para pregar o evangelho aos que estavam na prisão,
abrindo as portas de salvação para eles (I Pedro 3:19 e D&C 138:29-30). Tudo isso foi e é feito a fim de que todos tenham um julgamento justo e não
argumentem não terem tido a oportunidade de ouvir ou de compreender o evangelho. (I Pedro 4:6)

"É necessário que todos tenham a oportunidade de receber ou rejeitar a verdade eterna, pra que possam preparar-se para ser SALVOS ou CONDENADOS."
(Pres. Brigham Young, Discursos de Brigham Young pg. 319)

"Assim, embora existam duas esferas no mesmo Mundo Espiritual, há atualmente uma espécie de intercâmbio entre os justos e os iníquos que nelas habitam; e
quando os espíritos ímpios se arrependem, abandonam sua prisão-inferno e vão conviver com os justos do paraíso." (Elder Bruce R. McConkie, Dos Doze -
Mormon Doctrine pg. 762)

O Elderes fiéis desta dispensação, ao atravessarem o véu, continuam o trabalho de pregar o evangelho no Mundo Espiritual. (D&C 138:33-34,57)

“Estamos pregando o evangelho de salvação a eles – os falecidos – através daqueles que viveram nesta dispensação.” (Pres. Brigham Young, Discursos de
Brigham Young pg. 398)

"Agora, entre todos os milhões de espíritos que viveram na terra e que morreram, de geração em geração, desde o começo do mundo, sem o conhecimento do
evangelho, mais ou menos a metade é composta de mulheres. Quem vai pregar o evangelho às mulheres? Quem vai levar o testemunho de Jesus Cristo aos
corações das mulheres que morreram sem um conhecimento do evangelho? Para mim, isso é simples. Essas boas irmãs que foram designadas, ordenadas ao
trabalho, chamadas, autorizadas pelo santo sacerdócio para administrar ao seu sexo, na Casa de Deus aos vivos e aos mortos, estarão autorizadas
completamente e com poder de pregar e ministrar às mulheres, enquanto os élderes e profetas estarão pregando aos homens..." (Pres. Joseph F. Smith,
Discurso proferido no funeral de Mary A. Freeze - Doutrina do Evangelho pg. 421)

O princípio sobre a pregação do evangelho no Mundo Espiritual assim se resume: “Aqueles que não tiverem a oportunidade de OUVÍ-LO ou COMPREENDÊ-
LO durante a existência mortal, terão esse privilégio no mundo por vir. O julgamento será executado segundo o conhecimento e a aquiescência.” (Pres. Spencer
W. Kimball – O Milagre do Perdão pg. 23)

Como não lemos os corações das pessoas e "olhamos o que está diante dos olhos" (I Samuel 16:7), nunca podemos afirmar até que ponto a pessoa
compreendeu o evangelho; não cabe a nós julgarmos.

“O trabalho missionário (...) continua além do véu entre milhões, mesmo bilhões dos filhos de nosso Pai Celestial, que morreram sem ouvir o evangelho ou sem
aceitá-lo, enquanto viviam na Terra. Nosso importante papel nessa parte da obra missionária é realizar nesta Terra as ordenanças necessárias em favor daqueles
que aceitam o evangelho no mundo espiritual.” (Pres. Spencer W. Kimball, A Lihona MAI/1977)

As ordenanças só podem ser realizadas na Terra por meio de procuração, ou seja, vicariamente.

"Os espíritos justos, que foram convertidos ao evangelho quando se achavam na prisão espiritual, ainda ali são conservados até que a obra vicária seja realizada
em seu benefício." (Pres. Joseph Fielding Smith, Doutrinas de Salvação Vol. 2 pg. 229)

"Todas as nações e raças tem igual direito às misericórdias de Deus. Como existe apenas um Plano de Salvação, deve haver por certo algum meio para que
os inúmeros mortos o ouçam e tenham o privilégio de aceitá-lo ou rejeitá-lo. Esse meio é o princípio da Salvação pelos mortos. (...) Na época dos apóstolos
existia a prática do batismo pelos mortos (I Coríntios 15:29), isto é, pessoas eram imersas na água em nome de outras já falecidas - não pessoas 'mortas para o
pecado', mas que simplesmente tinham 'passado para o outro lado'.(...) Todo esse 'trabalho pelos mortos' é realizado nos Templos, dedicados e designados para
tais propósitos(...)." (Pres. David O. Mckay - Presidentes da Igreja, David O. Mckay pg. 140-141)

TODOS precisam das ordenanças salvadoras do evangelho para receber a Vida Eterna num futuro não distante, ou seja, para desfrutar da plenitude
da felicidade no Reino Celeste concedida aos fiéis seguidores de Cristo, através do recebimento destas ordenanças e guardando os convênios a elas
relacionados. (João 3:5 e 2 Néfi 31:4-7)

“Essa doutrina do batismo vicário é de grande magnitude, uma das mais gloriosas que foi revelada à família humana; nela há luz, poder, glória, honra
e imortalidade.” (Pres. Brigham Young, Discursos de Brigham Young pg. 400)

“O Salvador deixou bem claro que o batismo pela água e pelo Espírito é essencial para todos e que sem ele ninguém pode entrar no reino de Deus. Não
há exceções. E o que acontecerá com os que viveram na Terra ao longo das gerações sem receber essa ordenança? Como essa doutrina é gloriosa! Que
revelação maravilhosa é a que nos ensina que temos a oportunidade de ir à casa do Senhor para sermos batizados pelas pessoas que não receberam
essa ordenança de salvação em vida”. (Pres. Gordon B. Hinkley-Atlanta, Geórgia, Conferência Regional, 17 de Maio de 1998)

PIA BATISMAL ONDE SÃO REALIZADOS OS BATISMOS VICÁRIOS NOS TEMPLOS SAGRADOS

O evangelho também é pregado àqueles que ‘noutro tempo foram rebeldes’ (I Pedro 3:20). Alguns podem perguntar: ‘Porque vocês realizam batismos
por pessoas cuja vida na Terra indicou pouco inclinação para guardar os mandamentos de Deus?’ O Elder Spencer J. Condie, Dos Setentas,
respondeu: “Cremos que muitas pessoas são como Amuleque, que disse certa vez a seu próprio respeito: ‘Endureci o coração, pois fui chamado muitas
vezes e não quis ouvir; portanto eu sabia a respeito [do evangelho de Jesus Cristo], embora não quiseste saber.’ (Alma 10:6) Amuleque tornou-se mais
tarde um grande missionário e mestre de seu povo. Houve também uma época, no Livro de Mórmon, em que os lamanitas mais dignos procuraram os
ladrões de Gadiânton extremamente endurecidos ‘e pregaram a palavra de Deus aos mais iníquos dentre eles, de modo que esse bando de ladrões ficou
inteiramente destruído entre os lamanitas’ (Helamã 6:37). Simplesmente, não sabemos quem, ente os mortos, voltará seu coração para o Senhor e se
arrependerá. Não estamos em posição de julgar. Precisamos fazer o trabalho e deixar o assunto nas mãos da pessoa falecida e do Senhor.” (A Lihona
JUL/2003 pg.30)

O fato de realizarmos as ordenanças vicariamente nos Templos por nossos antepassados, isto não significa que a pessoa tenha aceitado o que foi
feito por ela ou que ela foi forçada a aceitar, eliminando assim o arbítrio da mesma. “Cremos que todos são livres para escolher tanto nesta vida como
no Mundo Espiritual. Essa liberdade é essencial para o Plano de nosso Pai Celestial. Ninguém será coagido a aceitar as ordenanças realizadas em seu
benefício por outra pessoa. O batismo pelos mortos oferece uma oportunidade, mas não neutraliza o arbítrio da pessoa. Mas, se essa ordenança não for
realizada por elas, será roubada das pessoas mortas a escolha de aceitar ou rejeitar o batismo.” (Elder Spencer J. Condie, Dos Setentas - A Lihona
JUL/2003 pg.30)

NOSSO PRIVILÉGIO E RESPONSABILIDADE NA OBRA VICÁRIA


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EU, MEU AMIGO CLEITON E MEU PRIMO URBANO NA FRENTE DO TEMPLO DE SÃO PAULO

“As ordenanças e os convênios sãos nossas credenciais para admissão a (...) presença (de Deus). Ser dignos de recebê-los é uma busca de toda uma
vida; guardá-los daí em diante é o desafio da mortalidade. Uma vez que nós e nossa família os tenhamos obtido, temos o dever de realizar tais
ordenanças vicariamente por nossos mortos, na verdade, por toda a família humana.” (Pres. Boyd K. Packer, A Lihona JUL/1987)

"Nosso pai Celestial, Jesus, nosso Irmão mais velho e Salvador do mundo, e a totalidade dos céus, estão convocando este povo a que se prepare para
salvar as nações da terra, e também os milhões de nossos ancestrais que dormiram sem receber o evangelho." (Pres. Brigham Young, Discursos de Brigham Young pg. 319)

O Presidente Wilford Woodruff declarou: "Queremos que os Santos dos Últimos Dias, doravante, tracem as suas genealogias até onde puderem
alcançar, e sejam selados aos pais e Mães. Que os filhos sejam selados aos pais, traçando esta linhagem ancestral até onde for possível." (The Law of
Adoption pg. 543)

“(…) os homens serão selados a seus pais, e àqueles que já dormiram até o patriarca Adão.” (Pres. Brigham Young, Discursos de Brigham Young
pg. 401)

"Finalmente será completada a união das gerações e a família do homem será selada." (Pres. Boyd K. Packer, Dos Doze - Folheto O Templo Sagrado
pg. 38)

“Desejamos que todos os membros da Igreja sejam dignos de ter uma recomendação para o Templo, recebam a própria investidura e os selamentos,
identifiquem seus antepassados e realizem as ordenanças do Templo por aqueles que esperam além do Véu. Essas responsabilidades aplicam-se a todos
os membros da Igreja.” (A Primeira Presidência – Church News 08/07/1995)

"Espero que compareçamos à Casa do Senhor com uma frequência um pouco maior."(Pres. Gordon B. Hinckley, Conf. Geral NOV/2004)

Desta maneira nos tornamos salvadores no Monte Sião (Obadias 1:21). “Mas como se tornarão salvadores em Monte Sião? Edificando seus templos,
erigindo suas pias batismais e indo receber todas as ordenanças, batismos, confirmações, abluções, unções, ordenações e poder de selamento em
benefício de todos os seus progenitores mortos, a fim de redimi-los, para que possam levantar-se na primeira ressurreição e ser elevados com eles em
tronos de glória, e nisso consiste o elo que unirá os corações dos Pais aos Filhos e dos Filhos aos Pais, e isso cumpre a missão de Elias.” (O Profeta
Joseph Smith, Ensinamentos do Profeta Joseph Smith pg. 322)

"Tornamo-nos literalmente Salvadores no Monte Sião. O que isso significa? Assim como o Redentor deu Sua vida em sacrifício vicário por todos os
homens e, ao fazê-lo, tornou-se nosso salvador, nós também, numa ínfima proporção, quando nos envolvemos com o Trabalho Vicário no Templo, nos
tornamos salvadores para os que estão do outro lado e não têm meios de progredir, a não ser que algo seja feito, em seu benefício, pelos que estão na
Terra." (Pres. Gordon B. Hinckley, Conf. Geral NOV/2004)

"Eis que eu vos enviarei o profeta Elias, antes que venha o grande e terrível dia do SENHOR; E ele converterá o coração dos pais aos filhos, e o
coração dos filhos a seus pais; para que eu não venha, e fira a terra com maldição." (Malaquias 4:5-6)

"A palavra Converter que se lê aqui deveria ser traduzida por Ligar ou Selar." (O Profeta Joseph Smith, Ensinamentos do Profeta Joseph Smith pg.
321-322)

O Profeta Joseph Smith disse: "Desejo que entendais este assunto, pois é importante; (...) este é o espírito de Elias, que redimamos nossos mortos, e
liguemos-nos a nossos antepassados, que estão nos céus, e selemos nossos mortos para se levantarem na primeira ressurreição; e aqui desejamos o
poder de Elias para selar aqueles que habitam na Terra àqueles que habitam nos céus. Este é o poder de Elias, e as chaves do reino de Jeová."
(HC,6:252– Citado por Pres. Boyd K. Packer, Dos Doze - Folheto O Templo Sagrado pg. 38)

Conforme o Senhor ensinou e prometeu por intermédio dos profetas Malaquias e Morôni, o Profeta Elias voltou a Terra e restaurou este poder selador
de unir Pais aos Filhos e Filhos aos Pais. (03/ABR/1836 no Templo de Kirtland, Ohio - D&C 110:13-16)

ELIAS O PROFETA RESTAURANDO AS CHAVES DO PODER SELADOR AO PROFETA JOSEPH SMITH

Esta magnífica mensagem tem tanta importância, que foi repetida em todas as Obras-Padrão ou Canonizadas da Igreja de Cristo:

O Pres. Gordon B. Hinckley, comentando sobre a Seção 2 de Doutrina e Convênios datada dia 24/SET/1823, expressou: "Para mim é extremamente
significativo que essas palavras de Malaquias a respeito do trabalho realizado pelos mortos tenham sido repetidas ao jovem Joseph 4 anos antes de ser-
lhe permitido retirar as placas da colina. Elas foram repetidas antes que ele tivesse recebido o Sacerdócio Aarônico ou o de Melquisedeque, antes que
fosse batizado e muito antes que a Igreja fosse organizada. O que deixa bem claro a prioridade que esse trabalho tem no plano do Senhor."

“O conhecimento desta grande verdade fez com que ‘o coração dos filhos’ voltasse a ‘seus pais’, e os filhos de Deus procurassem sua genealogia para
que fossem batizados em favor dos parentes mortos. E foi com esse intento que o Senhor enviou Elias, o profeta, de volta à Terra como foi prometido
por Malaquias, e como foi anunciado por Morôni a Joseph Smith.” (...) “Milhares e dezenas de milhares de registros genealógicos têm sido compilados.
O espírito de converter o coração dos filhos a seus pais varreu toda a Terra depois que Elias veio efetuar sua prometida missão. Conquanto esse
espírito não possa ser visto, sua influência tocou o coração dos homens e das mulheres em todo o mundo. Embora eles não saibam por que estão
compilando registros genealógicos, essa obra progride rapidamente - na verdade é uma obra maravilhosa e um assombro em si mesma.” (Elder Le
Grand Richards, Dos Doze – Uma Obra Maravilhosa e Um Assombro pg. 161 e 179)

O Pres. Boyd K. Packer, falando sobre o espírito de Elias, comentou: "Quando um membro da Igreja fica sob sua influência, uma força poderosa o
impele à obra genealógica e às ordenanças do Templo. Essa força o deixa ansioso quanto ao bem-estar de seus antepassados. Quando temos este
espírito, desejamos de algum modo descobrir mais coisas a respeito desses antepassados - queremos conhecê-los." (Folheto O Templo Sagrado pg. 38)

"O propósito maior de tudo que ensinamos é unir pais e filhos na fé do Senhor Jesus Cristo, para que sejam felizes em seu lar, selados em um
casamento eterno, ligados a suas gerações passadas e futuras e seguros de sua exaltação na presença de nosso Pai Celestial." (Pres. Boyd K. Packer,
A Liahona JUL/19950

Joseph Smith, falando a respeito da responsabilidade que o Senhor colocou sobre nós de cuidar que nossos mortos recebam as bênçãos do evangelho,
disse: “A maior responsabilidade que Deus nos deu neste mundo é a de procurar nossos mortos. Os santos que se descuidam de seus parentes falecidos,
assim o fazem com o perigo de sua própria salvação.” (Pres. Joseph Fielding Smith – O Caminho da Perfeição pg. 101; Uma Obra Maravilhosa e um
Assombro pg. 178)

Portanto, ‘(...) eles, sem nós, não podem ser aperfeiçoados – nem podemos nós, sem nossos mortos, ser aperfeiçoados’ (D&C 128:15). Nossa salvação
depende inteiramente da procura de nossos antepassados e da realização das ordenanças em favor deles, pois ‘sua salvação é necessária e essencial à
nossa salvação’. (D&C 128:15)

"A grande obra de prover as ordenanças salvadoras para nossos predecessores é uma parte vital da missão tríplice da Igreja. Temos um propósito ao
realizarmos este trabalho, que é redimir os nossos antepassados. O trabalho do templo é essencial para nós e para nossos parentes falecidos que estão
esperando que essas ordenanças salvadoras sejam realizadas por eles. É essencial por que nós, sem eles, não podemos ser aperfeiçoados; nem podem
eles, sem nós, ser aperfeiçoados.(D&C 128:18) Eles precisam das ordenanças salvadoras e nós precisamos ser selados a eles. Por essa razão é
importante que tracemos nossa linhagem familiar para que ninguém seja esquecido." (Pres. James E. Faust, A Liahona NOV/2003)

"É URGENTE a realização dessa obra, e incentivamos os membros a que aceitem a responsabilidade, (...) prosseguindo na pesquisa familiar, a fim de
redimir seus ancestrais falecidos." (Pres. Spencer W. Kimball, A Lihona OUT/1980)

O Presidente Spencer W. kimball declarou: "Alguns de nós já tivemos oportunidade de esperar alguém, ou alguma coisa por um minuto, uma hora, um
dia, uma semana, ou mesmo um ano. Podem você imaginar como se sentem nossos ancestrais, os quais esperam, alguns por décadas e séculos, para
que a obra do Templo seja feita?" (A Lihona MAI/1977)

"Quando foram batizados, seus antepassados colocaram suas esperanças em vocês. Talvez, depois de séculos, tenham-se alegrado por ver um de seus descendentes fazer o convênio de encontrá-los e oferecer-lhes a liberdade. Quando voltarem a se encontrar, verão a gratidão ou a terrível decepção nos olhos deles. O coração deles está ligado a vocês. Vocês têm as esperanças deles nas mãos." (Élder Henry B. Eyring, 175ª Conferência Geral Anual de abril de 2005)

Somos responsáveis por realizar uma obra grandiosa, nossos antepassados convertidos aguardam ansiosa e desesperadamente que as ordenanças
sejam por eles realizadas, ao mesmo tempo em que o ‘Inimigo de toda Retidão’ apressa-se em nos desencorajar e nos desviar do caminho. “O que
supõem que nossos antepassados diriam se pudessem falar dentre os mortos? Não diriam: ‘Estamos aqui a milhares de anos, nesta prisão, esperando a
chegada desta dispensação’? (...) O que sussurrariam em nossos ouvidos? Ora, se tivessem o poder para isso, fariam soar os próprios trovões do céu
em nossos ouvidos, para que pudéssemos ter uma idéia da importância do trabalho que estamos realizando. Todos os anjos do céu estão observando
este pequeno grupo de pessoas, incentivando-as a trabalhar pela salvação da família humana. Também os diabos no inferno fazem o mesmo, tentando
derrubar-nos; e as pessoas ainda dão as mãos para os servos do diabo, em vez de santificarem-se, clamarem ao Senhor e realizem o trabalho que Ele
nos ordenou e comissionou a fazer.” (Pres. Brigham Young – Presidentes da Igreja, Brigham Young pg. 309)

COMO SE ENVOLVER NA OBRA VICÁRIA?


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PESQUISANDO A HISTÓRIA DA FAMÍLIA E GENEALOGIA

1º)ENTENDENDO O QUE É A GENEALOGIA:
A palavra GENEALOGIA vem das palavras gregas: 'GENEA' = Geração e 'LOGIA'= Discurso.
A genealogia é, dentre os ramos do saber, o que se refere às famílias, estudando-lhes as origens, mostrando a sua evolução, descrevendo as gerações e
traçando, embora resumidamente, a biografia das pessoas que as compõem. Antigamente tinha a genealogia não somente a finalidade de registrar as
gerações, mas igualmente a de servir às habilitações de “genere” dos que pretendiam entrar nas ordens religiosas e militares, na magistratura, nos
cargos do Tribunal do Santo Oficio, e em quaisquer posições para as quais se exigisse a chamada “limpeza de sangue”. Hoje, destina-se a reconstituir
o passado de cada grupo familiar, retomar laços de parentesco e, sobretudo, revelar o processo de formação social de uma região. Por isso se costuma
dizer que a genealogia deixou de ser uma ciência auxiliar da História para tornar-se uma parte dessa própria História, tantos e tais os elementos
informativos com que trabalha. Os trabalhos genealógicos feitos com o rigor e método exigidos modernamente são complexos, por que utilizam
elementos de variada natureza. Mas você pode fazê-los.

A descendência de um indivíduo é constituída por todos os seus filhos, netos, bisnetos etc. No sentido oposto existe a ascendência, ou seja, todos os
ancestrais de uma determinada pessoa: pais, avós, bisavós etc. A genealogia é uma ciência de raiz histórica, que estuda a evolução e disseminação das
famílias e respectivos apelidos. É também conhecida como "Ciência da História da Família" pois tem como objetivo desvendar as origens das pessoas
e famílias por intermédio do levantamento sistemático de seus antepassados, locais onde nasceram e viveram e seus relacionamentos interfamiliares.
Tal levantamento pode ser estendido aos descendentes de uma determinada figura histórica o que também se engloba no âmbito do estudo dessa
ciência.

ÁRVORE GENEALÓGICA

“Nós todos, inclusive os expostos, temos todos as nossas árvores genealógicas do mesmo tamanho. Lá no tamanho das árvores somos todos iguais.
Mas é precisamente nas árvores que está a nossa diferença. Vê-se perfeitamente que a cada um aconteceu qualquer coisa que não se passou com mais
ninguém. E aconteceu-nos ainda antes de nós termos nascido. É a árvore genealógica. Esse segredo do nosso segredo. Esse mistério do nosso mistério.
Nós somos hoje o último fruto dessa árvore secular, secularmente secular!”(Almada Negreiros)

"Fazer uma árvore genealógica é uma tarefa tão complicada quanto apaixonante e, diria até, viciante. Isto acontece por várias razões: somente no
século XIX o registro de sobrenome tornou-se prática na Europa; no Brasil, somente a partir de 1916, com a introdução do Código Civil, foram
estabelecidas regras para transmissão dos sobrenomes. Na Europa da Idade média não se costumava utilizar um mesmo nome para identificar
linhagens familiares. A identificação individual era dada por fatos relevantes da vida de uma pessoa, local de nascimento ou moradia, características
ligadas à sua profissão ou mesmo características físicas. São exemplos os seguintes nomes: Machado, Sartre, Monteiro, Schumacher, Fischer, Galicia,
Viñas, De Lucca. Quando da mudança da família de um país para outro, costumavam ocorrer muitos problemas de transliteração, que é a reprodução
de um nome da língua original para outra língua. Alguns são exemplos são Vetter para Fetter e Avasto para Abasto. Esse fenômeno ocorreu de forma
intensa com os italianos e alemães que aportaram no Brasil, no século XIX. Muitos imigrantes adotaram sobrenomes portugueses ou de seres da
natureza para evitar problemas com a pronuncia ou grafia, preconceito e perseguições de natureza política ou religiosa. São exemplos algumas
linhagens de Pinheiro, Cordeiro, Coelho, Figueira. Por tudo isso a idéia de fazer genealogia pode inibir muita gente. Mas somente até que comece a
pesquisa, pois após puxar o "fio da meada", a paixão se acende e não se consegue mais parar. Aquele fio pode ser uma foto antiga de família, um
documento de casamento ou um brasão. Sim, o brasão pode ser um ponto de partida de grande importância para se começar um estudo genealógico,
pois através deste símbolo familiar é possível descobrir datas, lugares, características familiares e títulos honoríficos, entre outros. Assim, afirma-se
que a genealogia e a heráldica são ciências muito próximas.

Um grande número de brasões encontram-se em livros heráldicos, acompanhados de um pequeno histórico. Outros tantos encontram-se desenhados ou
apenas descritos em termos heráldicos. Os primeiros podem remeter de imediato o pretenso genealogista da família a lugares, nomes completos ou
possessão de títulos que podem ser rastreados. Os demais, mesmo não sendo acompanhados por descrição histórico-genealógica, podem ser estudados
para que esclareça fatos da vida de um ancestral. Há brasões que contam, pelos seus símbolos e cores, um feito histórico e até mesmo desagravo que
tornou-se sobrenome de família (Machado, Lacerda). Outros contém datas ou lema dentro do corpo do brasão, indicam se o brasão é oriundo de
casamento (quartelado), se é de mulher (losango) ou de homem, de filho primogênito, se participou de determinada batalha (exemplo, Navas de Tolosa,
em 1212), se o seu portador era ligado à igreja (esmalte púrpura), ou ao reino da frança (flor-de-lis), e outros." (Heraldista Sandra Wienke Tavares)

Para uma pesquisa mais profunda sobre HERÁLGICA e BRASÕES, CLIQUE AQUI

2º)COMO FAZER?
Resume-se geralmente em três passos:
a) Identificar os Antepassados ( Nomes, datas de eventos [Nascimentos, Casamentos e Óbitos] e as localidades dos mesmos [Cidade, Estado e País] );
Obs. Informatizar os dados (PAF) para melhor organização. PAF 4 e 5

JUNTE TUDO O QUE TIVER!

“A coisa mais importante que precisa é o desejo de providenciar as ordenanças salvadoras do evangelho para aqueles que estão no Mundo Espiritual,
esperando para recebê-las. Não se esqueça da vigorosa influência que o Espírito pode ter na identificação de seus antepassados. Ao exercer fé, nomes e
informações que pareciam impossíveis de encontrar podem ser conseguidos de modos e em lugares inesperados.” (Guia de Ordenanças e Convênios do
Templo e História da Família para os Membros pg. 4)

"Cada um tem que iniciar esse trabalho por algum lugar e ele pode ser realizado tanto por pessoas mais velhas quanto por jovens.(...) Isso pode ser
mais fascinante do que qualquer filme que venham a assistir ou qualquer jogo de computador. Vocês precisarão descobrir quem eram seus avós e
bisavós e que tipo de ordenanças foram realizadas por eles. Caso não saibam como obter essas informações, perguntem às pessoas em sua ala que
saibam como obtê-las." (Pres. James E. Faust, A Lihona NOV/2003)

"Para começar, vocês não precisam de equipamento. Comecem com um gráfico de linhagem e um registro familiar. Escrevam o nome de quem
conhecem. Acrescentem as informações que conseguirem com os parentes vivos. Esse início simples, em casa, irá prepará-los para receber mais ajuda.
Depois que tiverem sido batizados em favor de um antepassado falecido, terão um sentimento que confirmará a veracidade dessa obra divina e lhes
dará muita alegria." (Elder Russell M. Nelson, A Liahona JUL/1998)

b) Averiguar que antepassados necessitam de ordenanças; Obs. Não são necessários todos os dados mencionados acima (Passo [a]) para a submissão
de ordenanças ao Templo. (Guia de Ordenanças e Convênios do Templo e História da Família para os Membros pg. 10-12)

c) Certificar-se de que as ordenanças sejam realizadas. (Submissão de nomes para ordenanças no Templo são realizadas no Centro de História da
Família [CHF] da Estaca de sua região)

3º)USAR O CENTRO DE HISTÓRIA DA FAMÍLIA
Os Centros de História da Família são locais de pesquisa genealógica ligados à Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, mais conhecida
como Igreja Mórmon. Também conhecidos pela sigla CHF, estes mais de quatro mil centros estão espalhados por todo o mundo, sendo coordenados
pela Sociedade Genealógica de Utah, cuja sede localiza-se na Cidade de Salt Lake, nos Estados Unidos da América. Fundada em 13 de novembro de
1894, a Sociedade Genealógica de Utah, através dos Centros de História da Família, disponibiliza um gigantesco banco de dados genealógico, sem
dúvida o maior do mundo desta natureza.
"Os 4.164 centros espalhados no mundo são extensões da Biblioteca da História da Família, localizada próximo ao Templo de Salt Lake Utah, a maior
biblioteca existente do gênero. Esses Centros de História da Família à distância oferecem acesso a quase todos os microfilmes e microfichas da
biblioteca central." (Patrícia Selman, A Lihona SET/2004)

São mais de dois milhões de microfilmes que reproduzem os seguintes registros:

Os Centros de História da Família normalmente são geridos por voluntários e são abertos a todos os cidadãos, independentemente de sua religião.

Para encontrar o CHF mais próximo de sua residência CLIQUE AQUI

Para encontrar informações nos arquivos da Igreja, clique aqui    HISTÓRIA DA FAMILIA

NOTAS ADICIONAIS

Para uma realização mais eficiente e profunda da Pesquisa Genealógica CLIQUE AQUI e também AQUI

Algumas Histórias de Famílias disponíveis na NET: Encontre a sua AQUI

BENÇÃOS DE SE ENVOLVER NA OBRA VICÁRIA


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SALVAÇÃO ETERNA

Somos aperfeiçoados ao nos envolvermos na Obra Vicária! (D&C 128:15)

"Neste mundo ruidoso, apressado e competitivo, que privilégio é ter uma casa sagrada onde podemos experimentar a influência purificadora do
Espírito do Senhor. Somos constantemente afetados por sentimentos egoístas. Precisamos superá-los, e não há melhor maneira de fazê-lo, do que ir à
Casa do Senhor e lá servimos tendo um relacionamento vicário com os que estão além do véu. Que coisa notável! Na maioria dos casos, não
conhecemos aqueles por quem fazemos o trabalho. Não esperamos gratidão. Nem temos certeza de que eles aceitarão o que lhes oferemos. Mas
seguimos em frente e, nesse processo, alcançamos um estado altruísta que não atingiríamos de nenhuma outa forma. Tornamo-nos literalmente
Salvadores no Monte Sião. O que isso significa? Assim como o Redentor deu Sua vida em sacrifício vicário por todos os homens e, ao fazê-lo, tornou-se
nosso salvador, nós também, numa ínfima proporção, quando nos envolvemos com o Trabalho Vicário no Templo, nos tornamos salvadores para os
que estão do outro lado e não têm meios de progredir, a não ser que algo seja feito, em seu benefício, pelos que estão na Terra. Convido-os a
aproveiarem mais esse privilégio abençoado. Ele aprimorará sua natureza. Arrancará a casca do egoísmo dentro da qual a maioria de nós vive.
Literalmente, ele trará um elemento purificador à nossa vida e nos tornará melhores homens e mulheres." (Pres. Gordon B. Hinckley, Conf. Geral
NOV/2004)

O Presidente Gordon B. Hinckley nos ensinou: “As coisas que acontecem na Casa do Senhor (...) aproximam-se mais do espírito de sacrifício do
Senhor, do que qualquer outra atividade que eu conheça. Por quê? Porque são realizadas por pessoas que doam seu tempo e seus meios livremente,
sem nenhuma expectativa de reconhecimento ou recompensa, para fazer por outros, o que não podem fazer por si mesmos.”

“(...) ao servirmos nossos irmãos e irmãs, entendemos e apreciamos melhor o significado da Expiação em nossa própria vida.” (Guia de Ordenanças e
Convênios do Templo e História da Família para os Membros pg.4)

"As pessoas não serão capazes de olhar para a posteridade, se não tiverem em consideração a experiência dos seus antepassados."(Edmund Burke-
Político Inglês)

"Quando as famílias se envolvem no trabalho (pelos mortos), os Pais e os filhos ganham um testemunho mais forte do Salvador e Seu Sacrifício
Expiatório, desenvolvem um apreço mais profundo pelas ordenanças e convênios do Templo, e aprendem melhor a enfrentar os desafios da vida e a
resistir às tentações." (Manual de Instruções de Liderança do Templo e História da Família pg. 5)

"Recebemos muitas bençãos ao providenciarmos as ordenanças para as pessoas que vivem no Mundo Espiritual. Podemos nos tornar mais como o
Salvador, colocá-Lo e Seus ensinamentos no centro de nossas vidas, e ganhar testemunhos mais fortes do Seu evangelho." (Manual de Instruções de
Liderança do Templo e História da Família pg. 3)

"Identificar nossos ancestrais e realizar as ordenanças por eles aumenta nossa fé em Jesus Cristo e aprofunda nossa compreensão de seu amor."
(Manual de Instruções de Liderança do Templo e História da Família pg. 1)

O Presidente Joseph Fielding Smith declarou que o trabalho em favor dos mortos é "um trabalho que engrandece a alma do homem, amplia sua visão
quanto a bem-estar de seu próximo, e planta em seu coração, amor a todos os filhos de nosso Pai Celestial. Não existe trabalho igual ao realizado no
Templo pelos mortos para ensinar o homem a amar seu próximo como a si mesmo." (Church News, 24/OUT/1970)

“Com a crescente freqüência ao Templo de nosso Deus, recebereis acrescida revelação pessoal para abençoar vossa vida assim como abençoais
aqueles que morreram.” (Pres. Ezra Taft Benson, A Lihona JUL/1987)

"Se aceitarmos as revelações referentes às ordenanças do Templo, se assumirmos nossos convênios sem reservas ou desculpas, o Senhor nos protegerá.
Recebemos inspiração suficiente para enfrentar os desafios da vida." (Pres. Boyd K. Packer, Dos Doze - Folheto O Templo Sagrado pg. 39)

"Às vezes, nossa mente está tão assediada por problemas, e tantas coisas requerendo nossa atenção ao mesmo tempo, que simplesmente não
conseguimos pensar e ver com clareza. No Templo, a poeira da distração parece assentar, a neblina e a névoa parecem desaparecer, e podemos 'ver' as
coisas que não conseguíamos ver antes, encontrando um caminho, em meio às nossas preocupações, que não conseguiríamos vislumbrar antes."
(Preparação para entrar no Templo Sagrado, pg. 36)

"Fazer o trabalho de história da família pode abençoar-nos e as nossas famílias, converter as pessoas ao evangelho, ativar os menos ativos, e colocar
nos corações daqueles que ainda não receberam as bençãos do Templo o desejo de fazê-lo." (Manual de Instruções de Liderança do Templo e História
da Família pg. 1)

"Tenho certeza de que se nosso povo frequentasse o templo com mais assiduidade, haveria bem menos egoísmo em sua vida. Haveria menos ausência
de amor em seu relacionamento. Haveria mais fidelidade entre marido e esposa. Haveria mais amor, paz e felicidade no lar de nosso povo. Cresceria
na mente dos santos dos últimos dias a consciência de seu relacionamento com Deus, nosso Pai Eterno, e da necessidade de trabalharmos mais
arduamente para vivermos como filhos e filhas de Deus." (Pres. Gordon B. Hinckley, Ensign MAI/1984)

"Ao exercer fé, nomes e informações que pareciam impossíveis de encontrar podem ser conseguidos de modos e em lugares inesperados.” (Guia de
Ordenanças e Convênios do Templo e História da Família para os Membros pg. 4)

"(...) você, que procura zelosamente, o caminho será aberto e poderá reunir os dados além de sua expectativa. Digo-lhes o que acontecerá. Quando
tiver chegado o máximo que puder, os nomes dos justos que já faleceram e aceitaram o evangelho no Mundo Espiritual lhe serão revelados, por meio
dos próprios mortos. Mas serão somente os nomes daqueles que aceitaram o evangelho." (Elder Melvin J. Ballard, Dos Doze - Manual do Instituto de
Doutrina e Convênios pg. 447)

"Depois que tiverem sido batizados em favor de um antepassado falecido, terão um sentimento que confirmará a veracidade dessa obra divina e lhes
dará muita alegria." (Elder Russell M. Nelson, A Liahona JUL/1998)

"O propósito maior de tudo que ensinamos é unir pais e filhos na fé do Senhor Jesus Cristo, para que sejam felizes em seu lar, selados em um
casamento eterno, ligados a suas gerações passadas e futuras e seguros de sua exaltação na presença de nosso Pai Celestial." (Pres. Boyd K. Packer,
A Liahona JUL/1995)


NOTAS INTERESSANTES:

GENEALOGIA:
Compreensão de Escritura (I Timóteo 1:4 e 4:7)
“Os judeus haviam escrupulosamente preservado as suas genealogias até o advento de Cristo... mas, segundo consta, Herodes mandou destruir os
registros públicos, pois, sendo Idumeu, tinha inveja da origem nobre dos judeus. Para que ninguém pudesse recriminá-lo por sua descendência, ele
ordenou que as tábuas genealógicas, que eram conservadas no Templo, fossem queimadas. Dessa época em diante, os judeus só podiam referir-se aos
dados genealógicos que lembravam, ou que se achavam nas tábuas genealógicas preservadas nas mãos de particulares. Traçar qualquer linhagem
normal através delas devia ser um processo interminável e incerto. Provavelmente é a isso que o Apóstolo se refere: ao trabalho inútil que a tentativa
de levantar tais genealogias devia produzir, já que as tábuas originais haviam sido destruídas. O que podemos concluir pelas declarações de Paulo, é
que sua acusação era contra as genealogias duvidosas e inverídicas que eram feitas com propósitos excusos.” (Pres. Joseph Fielding Smith, Answers
to Gospel Questions, Vol. 2 pg. 214-215)

“Paulo também podia estar-se referindo à tendência tão comum entre os judeus, de jactarem-se de sua linhagem, e ao fato de julgarem que a sua
descendência era prova de predileção divina (João 8:37-45), o que, segundo Paulo, é uma fábula. A predileção divina é baseada na retidão pessoal,
não em nossos ancestrais.” (Manual do Instituto do Novo Testamento pg. 398)

Pergunta: "Uma crença interessante dos Santos dos Últimos Dias é a concernente aos seus mortos. Tito 3:9 Diz: "Mas não entres em questões loucas,
genealogias e contendas, e nos debates acerca da lei; porque são coisas inúteis e vãs". O mesmo conselho foi dado a Timóteo, em 1 Timóteo 1:4,
porém, essa crença no trabalho genealógico é uma parte importante da doutrina Mórmon. (Por quê?)
Resposta: (Talvez tenha passado despercebido em)Mateus 1 ou Lucas 3:23 onde, em detalhe, a genealogia de Cristo é dada. Isso foi para provar que
ELE ERA O MESSIAS. A genealogia era considerada como uma maneira vital de reconhecer o Messias prometido porque ele viria através da semente
de Davi, e da casa de Judá. A Sociedade Bíblica de Cambridge deu uma resposta excelente a essas duas escrituras. Eles escreveram no seu Dicionário
Bíblico: "I Timóteo 1:4 e Tito 3:9 referem-se a fábulas e genealogias intermináveis, e referem-se a histórias legendárias dos heróis e patriarcas da
antiga história hebraica. Tais histórias eram muito populares entre os Judeus, mas estranhas ao evangelho, e possivelmente poderiam chamar a
atenção para fora das doutrinas essenciais da fé Cristã". Em outras palavras, estas linhas de genealogia e heróis legendários estavam causando às
nações judaicas e Gentias a se afastarem dos ensinamentos simples de Jesus Cristo por causa de grandes fábulas e mentiras que vinham delas. (...) A
genealogia com propósitos tolos é vã, mas não o é aquela que tem seu alvo nos propósitos de Cristo e no Plano de Salvação. (Livro: O Dia da Defesa)

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